A queda de cabelo na mulher é diferente
Enquanto no homem a calvície costuma seguir um padrão de entradas e coroa, na mulher a perda é mais frequentemente difusa: o cabelo afina no topo e a risca fica mais aberta. Alterações hormonais, tireoide, deficiência de ferro, pós-parto e estresse podem estar por trás, e várias dessas causas são tratáveis sem cirurgia.
Quando o transplante é indicado para mulheres
- Entradas ou linha frontal alta, de nascença ou por tração (penteados presos por anos).
- Áreas de falha bem definidas, com a queda já estabilizada.
- Cicatrizes no couro cabeludo, inclusive de cirurgias anteriores.
- Afinamento no topo com área doadora preservada, após tratamento clínico.
Diagnóstico primeiro
Na avaliação, o Dr. Márcio Hagel investiga a causa da queda e o estado da área doadora. Se a queda estiver ativa, o primeiro passo costuma ser estabilizá-la com tratamento clínico. A cirurgia entra quando pode entregar um resultado que dure.
Como é a FUE na mulher
A técnica é a mesma: as unidades foliculares são retiradas uma a uma da área doadora e implantadas nas áreas com falha, com anestesia local e alta no mesmo dia. O planejamento considera o comprimento do cabelo e a rotina da paciente, e a necessidade de raspagem é definida caso a caso na consulta.
Recuperação
O ciclo de crescimento é o mesmo do transplante masculino: os fios implantados caem entre o 1º e o 3º mês, os novos começam a nascer a partir do 3º ou 4º, e o resultado final aparece em torno de 12 meses.
